Sinto quem nem de longe sou, a menina marrenta, forte e decidida que eu já fui um dia. Hoje as minhas cicatrizes ainda doem como feridas abertas, e eu estou tentando me manter calma, confesso que não estou obtendo muito sucesso.
As palavras estão perdendo o rumo, então chegou a hora de parar.
Só quero que essa tristeza passe logo.
Camila Ramalho.... 05/08/2010
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